Donos devem evitar trancos na coleira nos passeios com pets

Médico veterinário explica a diferença dos puxões feitos por um profissional e por donos

A maior parte dos donos costuma usar coleira ou guia para passear com os pets e sabe que, por instinto, os animais sempre querem andar mais rápido que o próprio dono ou avançar em outros elementos da rua, como outros pets ou um possível alimento no chão. No entanto, poucos sabem que, assim como nos humanos, trancos muito próximos à coluna não são nada recomendáveis. Ainda assim, essa prática é rotineiramente, como uma forma de controlar os bichinhos.

Se um cachorro já possui problemas na coluna cervical, essa ação pode agravar ainda mais o estado dele, mas mesmo aqueles que não têm problemas podem vir a ter complicações. “É importante não confundir os exercícios que um adestrador, por exemplo, faz com animais. Ele é um profissional preparado e certamente saberá dosar a força necessária para ensinar ao seu amigo o comportamento certo”, diz Márcio Waldman, médico veterinário e fundador da Petlove.

Caso surjam dúvidas sobre o material adequado para conduzir o pet nas caminhadas, consulte o especialista. Existem raças específicas que podem precisar de um modelo diferente de coleira devido à estrutura do corpo, como o Dachshund, o famoso salsichinha. No mercado existem opções interessantes para quem está procurando um produto adequado. Algumas coleiras envolvem o focinho do cachorro e colocam uma leve pressão sobre pontos específicos que o acalmam. É ideal para cachorros mais agitados e ansiosos.

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